projeto em desenvolvimento — validação com o mercado
Uma iniciativa ThingsLab

Automação que devolve o tempo da equipe ao balcão.

A farma.bio é um projeto brasileiro que une software, robótica cartesiana e inteligência operacional para reduzir buscas, deslocamentos e separação manual dentro da farmácia — mantendo a equipe no atendimento.

O projeto está em desenvolvimento. Nesta fase, nossa prioridade é conversar com redes e profissionais para entender operações reais, validar prioridades e definir os requisitos da solução antes de fechar produto e proposta.
Conceito do equipamento farma.bio: estrutura em perfil de alumínio anodizado preto, painéis de vidro, corredores de prateleiras com medicamentos, mecanismo cartesiano central, painel de operação e calha de entrega.
ThingsLab · conceito da unidade
Imagem conceitual do equipamento — projeto em desenvolvimento, sujeito a alterações
Conceito de movimentaçãoCartesiana X · Y · Z
Conceito estruturalAlumínio e vidro
Operação previstaPainel local + integração
PrevistoMonitoramento remoto
Nossa hipótese — em validação

Nossa leitura é que o gargalo não está no estoque.
Está no tempo da equipe.

Ouvindo o setor, chegamos a uma hipótese de trabalho: manter equipe de balcão ficou mais difícil, e boa parte da jornada é consumida por tarefas que não exigem julgamento humano — procurar, andar, conferir, repor. É exatamente isso que estamos validando com redes e profissionais antes de definir o produto.

Equipe como recurso crítico

Contratação, treinamento e permanência de balconistas aparecem com frequência nas conversas como um dos pontos mais sensíveis da operação.

Atendimento interrompido

Cada busca no estoque tira alguém do balcão. Queremos medir, com dados reais, quanto isso representa na rotina de uma loja.

Escala e produtividade

Crescer em volume costuma exigir mais gente e mais área. Nossa hipótese é que parte desse crescimento pode vir de produtividade por colaborador.

O objetivo não é entregar um robô.
É buscar produtividade operacional — o equipamento é um dos componentes.

A automação não substitui o farmacêutico nem o atendente. A intenção é retirar da rotina o trabalho repetitivo de localizar, separar e movimentar, para que a equipe permaneça onde gera valor: no atendimento, na orientação e na gestão da loja.

  • 01O pedido chega pelo sistema já utilizado na operação.
  • 02A plataforma identifica a posição do item e define a sequência de movimentação.
  • 03O equipamento separa e encaminha o produto ao ponto de entrega.
  • 04O registro da movimentação fica disponível para controle e análise.
A plataforma

Software, máquina e dados concebidos como um sistema só.

O projeto está sendo concebido como plataforma, não apenas como máquina. O que sustenta o ganho pretendido é a camada que decide, integra, registra e monitora.

Software operacional

Cadastro de produtos, posições e endereços físicos, com controle dos fluxos de entrada, movimentação, reposição e separação.

Robótica cartesiana

Estrutura automatizada em três eixos, projetada para localizar, movimentar e encaminhar medicamentos conforme as regras definidas pelo sistema.

Integração com sistemas

Arquitetura sendo preparada para comunicação com ERPs e plataformas já utilizados pelas redes, sem obrigar troca de sistema.

Rastreabilidade

Registro de movimentações com suporte ao controle de produto, posição, lote e validade.

Regras de giro e validade

Possibilidade de organizar a operação por critérios como FEFO e prioridades definidas pela própria farmácia.

Telemetria e indicadores

Monitoramento do equipamento, histórico operacional e dados para acompanhar desempenho e falhas.

O equipamento

Diretrizes de projeto, não especificação final.

A imagem acima representa o conceito do equipamento. As diretrizes abaixo orientam o desenvolvimento e podem mudar conforme a validação com o mercado e a engenharia avançarem.

Estrutura
Perfil de alumínio anodizado preto com fechamento em painéis de vidro, iluminação interna e acesso frontal por portas para manutenção e carga manual.
Armazenagem
Corredores paralelos de prateleiras com endereçamento lógico por posição, priorizando o aproveitamento de altura em vez de área de piso.
Movimentação
Mecanismo cartesiano central com curso nos três eixos, dimensionado para alcançar todos os corredores da unidade.
Entrega
Calha de saída posicionada para atender o balcão diretamente, evitando o deslocamento do atendente.
Controle
Painel de operação local previsto para reposição, inventário e diagnóstico, integrado ao software da plataforma.
Conectividade
Monitoramento remoto previsto para suporte, acompanhamento de indicadores e manutenção do equipamento.

Capacidade, dimensões, tempos de ciclo e demais parâmetros técnicos serão publicados apenas após validação em operação real. Preferimos não divulgar número que ainda não medimos.

Posicionamento

Um projeto nacional, construído junto com o setor.

A automação de farmácia já existe no mercado, majoritariamente por meio de equipamentos importados. Nossa intenção é desenvolver uma alternativa nacional, concebida a partir da realidade das lojas brasileiras.

Desenvolvimento no Brasil

Hardware, firmware e software desenvolvidos pela própria empresa, com o objetivo de manter evolução, suporte e manutenção próximos do cliente.

Requisitos vindos da operação

Os requisitos estão sendo definidos a partir de conversas com redes e profissionais, e não a partir de um produto pronto trazido de fora.

Modelo comercial em definição

Formato de contratação, condições e escopo de serviço serão estruturados junto com as primeiras redes parceiras, depois da validação técnica e operacional.

Momento atual

Engenharia e mercado avançando em paralelo.

Não estamos apresentando um produto finalizado. Estamos estruturando a plataforma, desenvolvendo o projeto do equipamento e conversando com o setor para validar prioridades e requisitos — uma cartela, uma fase de cada vez.

Fase 01 — concluída

Mapeamento da operação

Entendimento dos fluxos, gargalos, sistemas e das diferentes realidades das farmácias.

Fase 02 — em curso

Validação com o mercado

Conversas com redes e profissionais para confirmar a hipótese, medir a dor real e definir requisitos prioritários.

Fase 03

Equipamento de demonstração

Construção e refinamento do primeiro sistema físico integrado ao software operacional.

Fase 04

Piloto em operação real

Medição de desempenho, confiabilidade e impacto operacional dentro de uma farmácia em funcionamento.

Parcerias

Buscamos redes dispostas a construir a solução conosco.

O primeiro passo não é uma proposta comercial. É uma conversa para entender como a rede opera hoje, quais problemas têm maior impacto e o que seria indispensável em uma solução realmente útil.

O que oferecemos nesta fase

  • Acesso direto a quem está desenvolvendo o projeto, sem intermediários.
  • Influência real sobre requisitos, prioridades e escopo da solução.
  • Transparência sobre estágio, limitações e prazos do desenvolvimento.
  • Preferência na avaliação da futura unidade piloto.

O que precisamos entender

  • Os fluxos reais: separação, reposição, inventário, lote, validade e atendimento.
  • Os números da operação que permitem dimensionar o problema.
  • Os requisitos técnicos: sistemas utilizados, integração, segurança e infraestrutura.
  • Quais indicadores tornariam a adoção justificável para a rede.

Uma iniciativa da THINGSLAB BRASIL LTDA

Empresa brasileira de tecnologia responsável pelo desenvolvimento do projeto farma.bio.br.

THINGSLAB BRASIL LTDA
CNPJ 57.179.895/0001-90

Vamos conversar sobre a operação da sua rede?

Em uma conversa breve, apresentamos a visão do projeto e ouvimos os desafios da sua operação para avaliar se existe aderência para uma próxima etapa.